Pombos

Os pombos são de origem Asiática e convivem com o homem há mais de 10 mil anos. São considerados símbolos da paz, porém em áreas urbanas, se transformaram em pragas de grande importância, pelo aumento de sua população, causando incômodo, além de transmitirem doenças. Sua proliferação em ritmo acelerado, ironicamente, tem como principal causador aquele que também é o maior prejudicado por eles, ou seja, o homem. Isso se deve ao costume que muitos têm de jogar alimento aos pombos em praças e outros lugares públicos. Assim, quando ocorre uma infestação por pombos, geralmente se constata que os animais só estão infestando o local porque alguém os alimenta.
 
 Filo: Chordata                Classe: Aves                       Ordem: Columbiformes

Descrição e biologia

A presença de columbídeos em áreas urbanas tem duas origens: uma, mais recente, em função da devastação de seus ambientes naturais de ocorrência, o que levou esses animais à procura de locais com maior oferta de abrigos e alimentos; outra é a domesticação de pombos, prática que já se iniciava há cerca de 5.000 anos pelos povos asiáticos.

Dessas espécies presentes em áreas urbanas a Columbia livia, popularmente conhecida como pombo-doméstico, se destaca por sua grande proliferação e também por trazer prejuízos na convivência direta com o homem, sendo assim considerada animal sinantrópico.

Principais espécies que foram beneficiadas pela ação humana:

Columba picazuro (Asa-branca):quando em vôo, a principal característica é a faixa branca na parte superior das asas. Possui um tamanho médio de 35 cm. Esta espécie vem sendo beneficiada com os desmatamentos, ampliando muito sua população e áreas de ocorrência.

Zenaida auriculata (Avoante): possui coloração acinzentada e duas linhas pretas próximas aos olhos. Possui um tamanho médio de 20 cm. Assim como a Asa-branca, essa espécie se beneficiou com os desmatamentos, principalmente no Estado de São Paulo, tornando-se uma das aves mais comuns nas áreas devastadas do interior do Estado.

Columbina talpacoti (Rolinha): a fêmea possui coloração bege, sem o contraste do cinza na cabeça, característica típica do macho da espécie. Seu tamanho médio é de 15 cm. Uma das pombas mais comuns no Brasil que se adequou muito bem à vida nas cidades, tornando-se uma das mais características aves urbanas.

Columba livia (Pombo-doméstico): é a pomba mais conhecida das áreas urbanas. Possui um tamanho médio de 40 cm.

O pombo-doméstico é uma ave exótica, originária da Europa, norte da África, Oriente Médio e Ásia, onde são conhecidas como Pomba-das-Rochas. Em função de serem animais dóceis, o homem iniciou sua domesticação há 5.000 anos para diversas finalidades tais como ornamentação, companhia, trabalho (pombos-correio) e alimentação. No Brasil, elas foram introduzidas pelos colonizadores europeus a partir do século XVI.

Em muitos lugares, os pombos-domésticos escaparam, perderam-se ou foram soltos intencionalmente. Dessa forma, ao encontrarem nas cidades abrigos e grande oferta de alimentos lá se instalaram e proliferaram.

Essas aves abrigam-se e constroem seus ninhos em locais altos. Essa característica facilitou sua instalação nas cidades onde se encontram prédios, torres de igrejas, forros de casas, entre outros. Além disso, alimentam-se principalmente de grãos e sementes, mas também podem reaproveitar restos de alimentos e lixo, o que faz das cidades locais com ótimas ofertas de alimentação. Com tantas condições favoráveis à sua proliferação, os pombos têm apresentado populações muito numerosas em diversas cidades, tornando-se assim alvo de preocupação ambiental e de saúde pública.

Hábitos alimentares

Os pombos se alimentam especialmente de sementes e grãos em geral, podendo também ingerir insetos, vermes e frutos em ambiente natural. No ambiente urbano, esses alimentos característicos não são tão expressivos em sua dieta em função da grande oferta de restos alimentares, farelos e lixo nas ruas e praças das cidades.

Ciclo de vida

Os pombos vivem em média de 3 a 4 anos em ambientes urbanos, podendo chegar até 15 anos em ambientes silvestres. Apresentam hábito monogâmico, ou seja, vivem com o mesmo parceiro o resto da vida. Atingem a maturidade sexual aos 3 meses de vida. A fêmea deposita 1 ou 2 ovos, de 8 a 12 dias após a cópula. Os ovos são incubados por um período de 17 a 19 dias e pode haver 4 a 6 ninhadas por ano.

Importância Ecológica dos Pombos

Em ambiente natural, os pombos se alimentam de insetos, grãos e sementes e, dessa forma, realizam o controle populacional dos insetos e a dispersão de algumas sementes que foram ingeridas, mantidas quentes e úmidas e eliminada pelas fezes das aves em condições propícias para a germinação. Por sua vez, os gaviões podem alimentar-se de pombos, sendo seu predador natural e, assim, a presença de pombos auxilia na manutenção da população de gaviões.

No entanto, a grande oferta de alimentos processados pelo homem alterou a dieta desses animais e estes passaram a ingerir menos insetos e sementes, ficando à parte daquela cadeia alimentar. Com muito alimento disponível, a população de pombos conseguiu crescer em um ritmo muito mais acelerado do que aquele que ela poderia atingir naturalmente. Em adição a isso, seus predadores, os gaviões, não estão presentes nas cidades em número suficiente para controlar esse crescimento populacional de pombos, assim auxiliando na caracterização desses animais como uma espécie entre as conhecidas “pragas urbanas”.

Doenças Transmitidas pelos Pombos

São patologias causadas por pombos:

Criptococose: doença causada pelo fungo Cryptococus neoformans. É transmitida pela inalação da poeira contendo fezes secas de pombos e canários. Compromete o pulmão e pode afetar o sistema nervoso central, causando alergias, micose profunda e até meningite subaguda ou crônica. Seus sintomas são: febre, tosse, dor torácica, podendo ocorrer também dor de cabeça, sonolência, rigidez da nuca, acuidade visual diminuída, agitação e confusão mental.

Histoplasmose: transmitida pela inalação do esporo do fungo Histoplasma apsulatum encontrado em fezes secas de pombos e morcegos. Causa uma micose profunda e seus sintomas variam desde uma infecção assintomática até febre, dor torácica, tosse, mal estar geral, anemia, etc. É uma doença que vai depender do estado de saúde do indivíduo, podendo assim se desenvolver ou não.

Salmonelose: causada pela ingestão de ovos ou carne contaminados pela bactéria Salmonella sp presente nas fezes de pombos e outros animais. Gera uma toxinfecção alimentar com sintomas como febre, diarréia, vômitos, e dores abdominais. Suas fezes, em contato com alimentos como verduras, frutas, podem acarretar nessa doença.

Ornitose: também conhecida como psitacose, é transmitida por via oral por meio da poeira contendo as fezes secas de aves (pombo, arara, papagaio, perus) e infectadas pela Chlamydia psittaci. O indivíduo infectado pode apresentar febre, vômito, calafrio, mialgia, tosse, cefaléia, acompanhados por comprometimentos das vias aéreas superiores e inferiores. Essa doença é oportunista, isto é,depende do estado de saúde do indivíduo.

Dermatites: parasitose causada pelo piolho do pombo (ácaros, Ornithonyssus sp.), que provoca erupções na pele e coceiras semelhantes às de picadas de insetos.

Alergias: ocasionadas pela inalação de penugens de pombos ou de um ar rico em poeira das fezes dos pombos. Pode causar rinites, ou crises de bronquite em pessoas sensíveis.

Métodos de Controle

Os mecanismos de controle consistem em evitar alimentá-los; não deixar frestas entre telhas, pois os pombos podem entrar por estas frestas e construir suas ninhadas; restringir áreas onde os pombos pousam e espantar os animais existentes no local.

Alimentar os pombos, além de ser um estímulo para que sua população cresça é um estímulo negativo à natureza do animal, pois isso o deixa desestimulado a procurar alimentos na natureza, como sementes e insetos; prejudicando no replantio de plantas e controle de insetos, além de diminuir o tempo de vida dessas aves.

Frestas em telhados, principalmente de lugares altos, são portas de entrada para pombos e outras aves que se adaptaram a viver em ambientes urbanos. Os pombos preferem lugares altos para poderem observar o ambiente em que vivem e para obtenção de comida. As colônias produzem uma quantidade muito grande de fezes, as quais servem como ótimos lugares para abrigar bactérias, fungos e alguns vírus, podendo transmitir várias doenças como, por exemplo: criptococose, histoplasmose, ornitose, salmonelose, toxoplasmose, encefalite, dermatites, alergias respiratórias, doença de Newcastle, aspergilose e tuberculose aviária.

Deve-se restringir os locais onde os pombos pousam, principalmente em lugares públicos, pois suas fezes transmitem as doenças citadas acima. Estratégias adotadas para evitar o pouso dessas aves são:

• Instalação de armações de hastes pontiagudas que cubram a maior parte de uma superfície plana, que poderia ser
   utilizada para o pouso;

• Mudança do ângulo de inclinação da superfície de pouso;

• Instalação de fios de nylon ou arame ao longo da superfície de pouso;

• Instalação de espiral ao longo da superfície de pouso;

• Instalação de dispositivos giratórios;

• Pendurar materiais brilhantes como CDs e fitas de saco plástico em possíveis locais a serem freqüentados pelos pombos;

• Aplicação de substâncias pegajosas (gel repelente) em camada fina para que o pombo evite o local.

Se já existem pombos no local, deve-se primeiro limpar o local, retirando toda a comida ou material orgânico existente para que os pombos sejam obrigados a procurar alimentos em outro lugar, preferencialmente na natureza; depois pode-se utilizar espantalhos ou manequins, objetos brilhantes e coloridos, objetos dotados de movimento como bandeirolas, móbiles de CDs, balões infláveis e fitas coloridas que assustam as aves e as afastam do local por algum tempo. Pode-se utilizar também repelentes químicos como géis na superfície onde pombos freqüentam, já que isso causa um desconforto nas aves. O uso de produtos com odores fortes como creolina, naftalina ou formalina também afastam as aves enquanto seu odor permanecer no local.

Cuidados

  • A limpeza do local habitado por pombos deve ser realizada, porque as fezes além de conterem causadores de doenças, ainda podem atrair outros animais como ratos e baratas ao local.
  • Não ingerir carne de pombos, a não ser bem cozida, pois há uma grande possibilidade de infecção por salmonela.
  • Cuidado ao respirar o ar de ambientes onde pombos vivem, pois além da poeira que sai das fezes dos pombos provocar as doenças citadas acima, ela causa irritações respiratórias, como alergia, e dermatite.

Dicas

Deve-se seguir o seguinte procedimento durante a limpeza das fezes dos pombos:

• Proteger o nariz e a boca com máscara ou pano úmido limpo e utilizar luvas fortes;

• Antes da limpeza, deve-se umedecer bem as fezes com uma solução desinfetante a base de cloro, assim como água
   sanitária diluída na proporção de 50% (com água);

• Depois da limpeza, deve-se aplicar uma solução de água sanitária pura no local da lavagem;

• Impedir que as aves retornem ao local que foi descontaminado.

História dos Pombos

Algumas evidências mostram que os pombos são domesticados há mais de 12 milênios.

• 2600 a.C. – Egípcios usavam pombos como fonte de alimentação. Mais tarde os Romanos começaram a usá-los como
   alimentação e para enviar mensagens.

• 45 a.C. – Júlio César usou falcões para matar pombos mensageiros em batalhas.

• 1150 d.C. – Sultão de Bagdá usou o sistema de pombos correio até o ano de 1258.

• 1572 d.C. – Pombos foram usados na guerra da independência da Holanda.

• 1606 d.C. – Pombos foram introduzidos na América do Norte.

• 1870 d.C. – Pombos foram usados no “Cerco de Paris”.

• 1914 d.C. – Durante as duas Guerras Mundiais, os pombos foram vestidos com câmeras para filmarem localização de
   tropas e mapas estratégicos.

Curiosidades

  • Têm um ciclo de vida de 3 a 5 anos nas cidades e, aproximadamente, 15 anos em meios silvestres.

Pombos podem voar a uma velocidade de 80km/h.

• Pombos podem ouvir freqüências de ultra-som e ver espectros de infravermelho e ultravioleta.

• Durante a 2ª Guerra Mundial, 32 pombos receberam medalhas por sua coragem a serviço do seu país.

• Pombos têm um único parceiro durante toda a sua vida.

• Tanto os machos quanto as fêmeas produzem uma espécie de leite para alimentar a cria chamado de “crop milk” ou leite de papo.

• Há cerca de 250 espécies de pombos espalhadas pelo mundo, mas somente 3 delas foram domesticadas.

• Pombos estão na cadeia alimentar de aves consideradas em extinção como o falcão peregrino.

• Cientistas dizem que os pombos podem distinguir características humanas, como sexo, raça, idade e tamanho!

• Até os dias de hoje, pombos têm salvado vidas, sendo utilizados como mensageiros e entregando remédios em áreas remotas.

• O único pombo nativo americano, o “pombo-passageiro”, está extinto por decorrência de um massacre em 1850. Pela história, esse massacre ocorreu por causa de guerras, em que os pombos eram utilizados como pombos-correio e eram mortos por tropas inimigas.

• Pombos são usados em estudos genéticos e de hereditariedade há séculos.

• Há referências sobre pombos na Bíblia e em escrituras Romanas e Egípcias.

• Cada pombo produz cerca de 2,5Kg de fezes por ano. E elas, por serem ácidas, podem promover a corrosão de pinturas, superfícies metálicas e monumentos.

• Escolhem locais que possam ser utilizados como abrigo e ponto de observação de um raio de no mínimo 200m (em locais onde há grande abundância de alimento, como cidades) a até 3Km (onde não há tanta abundância; na natureza, por exemplo).

• Colocam de 1 a 2 ovos por ninhada, com espaço de 48h entre um e outro, e podem ter de 5 a 6 ninhadas por ano. São de 5 a 12 ovos por ano!

• Uma colônia pode até duplicar de tamanho no período de um ano quando se encontra descontrolada por excesso de alimento.

• Em locais onde os pombos são alimentados, ocorre proliferação de ratos, baratas e moscas devido às sobras de alimentos que ficam no chão e às fezes que atraem moscas.

• Estudos demonstram que a orientação dos pombos é feita por percepção do campo magnético da Terra, contendo provavelmente magnetita na constituição do seu bico.

• As quatro espécies de Columbidae mencionadas no texto são consideradas pela Lista Vermelha da IUCN(classificação de taxas de risco de extinção das espécies) como de menor preocupação (ainda).

• A legislação de proteção à fauna ampara o pombo-doméstico, mesmo sendo exótica (introduzida no território brasileiro). Matar esses animais é considerado um crime ambiental.

Perguntas e Respostas sobre os Pombos

Do que se alimentam os pombos?
Alimentam-se principalmente de grãos e sementes colhidos em áreas abertas.

Quais são os tipos de pombos existentes?
Os pombos são aves e a grande maioria é pertencente ao gênero Columba que contém mais de 50 espécies distribuídas pelo mundo todo. O pombo doméstico Columba livia é o mais conhecido por sua proximidade no convívio com o homem.

Como podemos evitar a presença de pombos?
Dentre inúmeras medidas, as principais são o emprego de refletores luminosos, sonorizadores, cercas eletrificadas, vedação de espaços ou obstrução de vãos (com fios de náilon, pregos ou arames), substâncias “repelentes” (que provocam desconforto da ave pelo contato e, em geral, são aplicadas sobre forros ou beirais de telhados), e controle de fontes alternativas de alimento.

Quanto tempo pode viver um pombo?
Os pombos podem viver de 15 a 30 anos na natureza e em torno de 3 a 5 anos nas cidades, devido à doenças que causam desequilíbrio de sua população.

Como os pombos se reproduzem?
Os pombos se acasalam e possuem somente um único parceiro.

Os pombos vivem em sociedades?
Sim, os pombos normalmente vivem em grupos.

Quantos ovos os pombos podem colocar?
Normalmente a fêmea coloca 2 ovos por vez, fazendo em média de 2 a 3 deposições por ano, os quais, por sua vez, demoram de 17 a 18 dias para nascer.

Depois de quantos dias os filhotes de pombo abandonam seu ninho?
Os filhotes abandonam o ninho depois de 3 semanas, quando estão aptos a voar.

Quais são os tipos de doenças que os pombos transmitem ao homem?
Ao menos 57 doenças já foram catalogadas e entre as principais estão a salmonelose (doença causada por bactéria), a histoplasmose e a criptococose (as duas últimas causadas por fungos que se desenvolvem nas fezes dos pombos).

O pombo pode transmitir doenças a animais domésticos?
Sim, os pombos podem transmitir doenças e entre muitas está a toxoplasmose, devido especialmente aos seus hábitos predatórios e por se alimentarem da carne crua da ave, única maneira pela qual a doença é transmitida.

Os pombos podem ter piolho? Se sim, podem ser transmitidos ao homem?
Sim, os pombos podem ter piolhos, mas estes raramente serão transmitidos para o homem, exceto em casos de manipulação dos ninhos.

Os pombos podem ter pulga? Se sim, transmitem doenças?
Sim, os pombos podem ter pulgas. Quando a ave abandona o ninho as pulgas podem vir a infestar a residência (casa ou apartamento) causando incômodo pelas picadas e até mesmo processos alérgicos.

As fezes de pombo podem transmitir doenças?
Sim, uma grande quantidade de microorganismos patogênicos podem ser veiculados pelas fezes.

Quais os cuidados que devemos ter ao limpar as fezes de pombo?
Sempre usar máscara no rosto e luvas. A utilização de soluções desinfetantes e umectantes para a remoção mecânica das fezes também é altamente recomendado para evitar o risco da dispersão de agentes patogênicos.

As fezes de um pombo podem contaminar um ambiente?
Sim, além de acumular sujeira no ambiente.

Um pombo sadio pode ser transmissor de doença?
Não, um pombo sadio não carrega consigo agentes transmissores de doenças, portanto, não poderá ser responsável por transmití-las.

Como identificar um pombo sadio?
Pombos sadios têm penas integras e sem falha na plumagem, mantém condições normais de vôo e andam junto ao bando (quando estão doentes ficam isolados).

Qual o tipo de ambiente e clima mais propício ao pombo?
Os pombos vivem em quase todos os tipos de ambiente, especialmente onde vive o homem por conta da oferta de alimento.

Um pombo doente pode transmitir sua doença a outros pombos?
Dependendo da doença, tal como ocorre em especial com as viroses, esta pode se disseminar rapidamente e provocar alta mortalidade.

Que tipo de doenças um pombo pode adquirir?
Entre as viroses destaca-se a “doença de Newcastle” e outra doença típica de aves como a ornitose (causada por bactéria).

O simples contato do pombo com a água pode contaminá-la?
Não.

Como os pombos fazem seu ninho?
Em geral usam ramos ou galhos secos de árvores ou qualquer outro material que lhe seja útil para este fim. Constroem seus ninhos em locais planos como os ramos de árvores ou em outros lugares onde os ovos possam estar protegidos do frio e da chuva.

Os pombos-correios também são transmissores de doenças?
Não, por serem criados em condições especiais.